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Comunicação Corporativa
30/06/2009 - IBM fala sobre investimentos em cloud
"Cloud computing é um novo caminho para consumo de TI", disse Chiu, pai do Blue Cloud...
26/06/2009 - Brasil já é o quinto em número de usuários de internet
O Brasil alcançou a quinta posição no ranking mundial em número de pessoas que acessam a internet....
26/06/2009 - UE lança cartilha com regras para redes sociais
A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, lançou um documento com regras de operação para garantir que as redes soci...
 
A Honjo, Shopping Agropecuário em Cascave-PR, buscou a BOOWEB para elaborar uma ferramenta que estreitasse a comunicação e prestação de serviços com seus principais clientes. O resultado foi um web site institucional agregado a uma ferramenta de classificado online de animais.
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IBM fala sobre investimentos em cloud

"Cloud computing é um novo caminho para consumo de TI", disse Chiu, pai do Blue Cloud

Depois de uma conferência, a IBM encontrou tempo para falar sobre o que vem fazendo no mundo da computação em nuvem. Willy Chun, vice-presidente do Labs Cloud da IBM, mostrou como a Big Blue está em contato com academias que possuem serviços para construir centros de cloud para ofertar aplicativos para empresas.

"Cloud computing é um novo caminho para consumo de TI", disse Chiu, pai do Blue Cloud.

Uma ferramenta chave neste conceito é a possibilidade de usuários corporativos terem serviços self-service - "estamos colocando recursos de TI diretamente nas mãos dessas pessoas." Desde outubro de 2007, a IBM trabalha com 35 universidades, estendendo serviços cloud para estudantes e pesquisadores. Agora, são nove IBM Cloud Labs construídos para corporações em todo o mundo e a expectativa é aumentar esse número para 20, informou Chiu.

Na China, a IBM tem uma fábrica de serviços em nuvem, Wuxi, para servir as necessidades de dois milhões de engenheiros de software nos próximos dois anos. Desenvolvedores de programas estão entre os que mais cedo adotam os conceitos de cloud por conta da necessidade de extensão dos testes de códigos para rodar em número maior de configurações e ambientes. Frequentemente eles utilizam máquinas virtuais para promover esses testes e levar essas máquinas para o ambiente em nuvem é um conceito básico de cloud computing.

Em breve, a fábrica Wuxi irá "se tornar um provedor de serviços web e-government" para uma província chinesa, informa Chiu.

Já na África do Sul, a IBM mantém parcerias com os principais bancos para rodar 200 processos automatizados por meio de serviços em nuvem. "Criamos templates padrões de softwares completos e testes de processos", lembrou.

A fabricante também está presente no Oriente Médio onde, junto com a Carnegie Mellon University, suporta um projeto de criação de uma indústria vertical de combustível cloud no Qatar, que poderia ser compartilhada por diferentes companhias de petróleo. Isso mostra que cloud computing pode intensificar a colaboração e a troca de conhecimentos, apontou Chiu.

Além dos Cloud Labs e projetos individuais, a IBM tem uma oferta chamada CloudBurst, são conhecimentos encapsulados em arquivos virtuais VMware com software de gerenciamento de serviço da Tivoli rodando em servidores BladeCenter HS 22. A Big Blue leva a combinação para um data center pronto para ser ligado como um componente de cloud interno, explica Chiu.


Fonte: IT Web
 
 
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Brasil já é o quinto em número de usuários de internet

O Brasil alcançou a quinta posição no ranking mundial em número de pessoas que acessam a internet.

O Brasil alcançou a quinta posição no ranking mundial em número de pessoas que acessam a internet, de acordo com estudo realizado pela consultoria Everis, em parceria com Escola de Negócios da Universidade de Navarra, da Espanha. Segundo o levantamento, um em cada dez dos cerca 1,6 bilhão de internautas existentes no mundo vive na América Latina, metade dos quais no Brasil.

Dos 44 países avaliados pela empresa entre 2000 e 2008, nove tiveram aumento no número de usuários, a um ritmo superior a 40% por ano. Brasil, Colômbia, Cuba e Paraguai são os países latinos entre eles. No geral, Paquistão e Marrocos apresentaram crescimento mais veloz, de 57,5% e 56,2% ao ano, respectivamente.

Os países que concentram um número maior de usuários de internet em todo o mundo são China (285 milhões), Estados Unidos (234,4 milhões), Japão (89 milhões) e Índia (86,2 milhões). Somados à Alemanha, o país europeu com maior número de usuários (61,9 milhões), esses países correspondem a mais da metade do total mundial de internautas ativos, ou seja, cerca de 833 milhões (51,4%).

Na relação entre abrangência de internet e o Produto Interno Bruto (PIB), países como o Brasil, Colômbia e Peru apresentaram índices bem acima do esperado. O contrário acontece com Argentina, Chile, México, Uruguai e, em especial, Venezuela que, comparativamente a seus PIBs, apresentaram baixo número de usuários.

O estudo também revelou que, no ano passado, 62% dos acessos à internet no mundo foram feitos por meio de banda larga. Nesse quesito, a América Latina apresentou a maior porcentagem média, de 79,2%, sendo que em primeiro lugar ficou a Colômbia (88,8%), seguido de Venezuela (85,4%), Brasil (84,9%), Uruguai (80,1%), México (80%) e Argentina (72,4%).

Entre os países avaliados, 19 têm mais de 90% das conexões de banda larga. A Coréia tem 100%, Suíça, França, Estados Unidos e Portugal têm 99% ou mais e Espanha, 96,8%. O Chile é o único país latino-americano nessa categoria, com 97,5% de suas conexões feitas por banda larga.


Fonte: TI Inside Online
 
 
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UE lança cartilha com regras para redes sociais

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, lançou um documento com regras de operação para garantir que as redes sociais cumpram as leis de privacidade do continente.

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, lançou um documento com regras de operação para garantir que as redes sociais cumpram as leis de privacidade do continente. De acordo com o The Wall Street Journal, a ação faz parte da política europeia de proteção às informações pessoais dos usuários.

De acordo com as leis do continente, os sites de relacionamento têm de alertar seus usuários dos riscos que eles correm ao acessar suas páginas e compartilhar informações pessoais.

O documento, lançado na terça-feira, 22, pela órgão europeu, estabelece que as redes sociais devem ter seus sistemas de segurança padronizados em níveis altos de privacidade e os usuários, por sua vez, devem poder escolher que tipos de informação querem que terceiros tenham acesso.

A regulamentação visa também que a publicidade personalizada de acordo com dados comportamentais, de religião, ou por grupos de amigos, por exemplo, seja limitada.

O Facebook e o MySpace, as duas maiores redes sociais do mercado, declararam que não divulgam informações de seus usuários para ninguém. Ambas comentaram que estão estudando as regras divulgadas pela Comissão Europeia.


Fonte: TI Inside Online